Nasceu do nada, através doque não foi. A onda chegou de mansinho, de repente era furacão.
Preencheu o vazio do “não ter”, fechando a lacuna do “perder”... Tendo ilusões, ganhando cor.
É o recobrar da consciência batendo à porta. É o “sentir quê” ocupando o lugar do “ter quê”.
Ficaram espaços vazios? Outros sonhos virão! Houve lágrimas? Está de cara e alma lavadas! O amor se foi? Ficaram boas lembranças!
Percebe não “ser só” apenas “está só.
Percebe não “ser só” apenas “está só.
Percorre o árduo caminho de quem ousa sonhar... Usa atalhos, desvios, sombras e remansos. Tropeça, cai, levanta, trata das feridas e vai em frente...
Novas aventuras, encontros e desencontros? Que venham! Corre todos os riscos para "bem viver".
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